Ah e tal, mais um blogue de TCE... Mas que afinal é um portefólio.

Bem-vindo ao nosso blogue!

Somos um grupo de alunos da Universidade do Minho do 1º ano da Licenciatura em Educação. Este blog surgiu no âmbito da Unidade Curricular Tecnologias da Comunicação Educacional II no qual nos propomos a divulgar todas as atividades e conteúdos realizados neste semestre. Clica nos botões abaixo para acederes às nossas informações, obrigada.

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segunda-feira, 27 de maio de 2013
Atividade 6 - Visita de Estudo



  
    O nosso grupo decidiu fazer a visita de estudo ao Parque da Ponte, em Braga. Achamos que, para além de ser um bom local para se poder visitar, era um sítio com a vantagem de ser relativamente perto para os membros do grupo. Aproveitamos também para realizar lá os nossos vídeos identitários, que correspondem à atividade 4, poupando, assim, algum tempo.
    O Parque da Ponte localiza-se na Avenida da Liberdade. Está dividido em quatro partes, a parte exterior, a parte interior, o Complexo Desportivo da Ponte e o Parque de Campismo da Ponte. Nós centramo-nos mais na parte interior e exterior devido à multiplicidade de espaço livre para passear, para caminhar, para andar de bicicleta, entre outras actividades possíveis.
   Na parte exterior possui uma Capela, designada por Capela de São João. Para além disso, existe um coreto e um espaço com diversos jardins e alguns lagos que serviram de paisagem para alguns dos vídeos que fizemos. A parte interior é uma continuação da parte exterior. É caracterizada por uma grande diversidade de vegetação, como plátanos, palmeiras, sequóias, entre muitos outros tipos de plantas. É ainda visível um grande lago artificial, que contribuiu também paisagisticamente para a produção dos vídeos. De igual modo, na parte interior possui ainda parques infantis e uma antiga estufa que foi restaurada e transformada numa videoteca e num Espaço Internet.


Referências

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quinta-feira, 18 de abril de 2013
Atividade 5 – Leituras temáticas recomendadas

“A escolaridade e a exclusão social” de Thomas S. Popkewitz


Ideias do autor:
Popkewitz, partindo da questão “ pode a escolarização por si só garantir a edificação de sociedades mais justas?”, defende a tese de que a escola moderna assume uma dupla função: esperança de atingir uma sociedade mais progressista, justa e equitativa através dos futuros cidadãos da Nação, as crianças; receio de certos grupos considerados perigosos para o progresso da Sociedade, por se afastarem do ideal previsto nas reformas curriculares e políticas da União Europeia e dos Estados Unidos.
De modo a “…questionar a arquitetura de justificações desta reforma escolar, nomeadamente, em torno do modo como a exclusão se inscreve nas políticas educativas de inclusão e na investigação sobre a reforma”, o autor comenta cinco temáticas: as limitações do fenómeno da equidade; a dupla função da escolarização; a produção de modelos curriculares baseados na dupla qualidade das reformas; as reformas direcionadas para aprendizagem permanente e o lugar da educação urbana na política educativa dos Estados Unidos.
A política contemporânea e a investigação educativa focam a problemática da equidade com o objetivo de determinar o conjunto de normas usado para controlar a exclusão social. Neste contexto, criam-se modelos curriculares de educação igual para todos, crendo-se que a inclusão escolar total se resume ao “…aumento da representação e do acesso dos indivíduos e dos grupos prejudicados pelos programas educativos…”.
Contudo, os críticos afirmam que a seleção de conteúdos académicos com base na cultura de elite prejudica as minorias, uma vez que as suas normas culturais não estão lá representadas. Por outro lado, aqueles modelos fomentam a criação de dois tipos diferentes de crianças:
A “criança universal”, consagrada nas reformas curriculares da União Europeia e dos Estados Unidos como cosmopolita inconclusivo, isto é, o aluno permanente que através do seu espírito crítico, respeita a diversidade, atua com autonomia e responsabilidade, promove a mudança e a inovação, e cuja formação se orienta para a resolução de problemas e para o trabalho em comunidade, de modo a fomentar o progresso da sociedade de conhecimento. Este processo pedagógico designa-se empowerment.
A “criança marginal”, classificada como tendo necessidade de recuperação por não atingir um bom desempenho académico.
Em suma, o autor corrobora a sua tese ao concluir que as práticas de inclusão são simultaneamente de exclusão devido à dicotomia esperança/receio presente na política do conhecimento educativo.

Reflexão crítica:
Concordamos com Popkewitz porque consideramos que a escola de massas está imbuída numa ilusão de democraticidade, visto que se orienta para a igualdade de oportunidades de acesso mas não de sucesso.
Efetivamente, as “crianças marginais” apesar de estarem abrangidas pelos programas educativos representam um receio por não se ajustarem às categorias de aprendizagem que, construídas com base em aspectos culturais edificados ao longo da história, visam identificar as qualidades que o aluno modelo deve possuir para ter sucesso académico e contribuir para o desenvolvimento integral da Nação.
As práticas pedagógicas de inclusão podem revelar-se um processo de exclusão lento se constituírem um fenómeno do conhecimento socialmente organizado, já que contribuirão para insucessos repetidos das minorias no currículo padrão e consequente canalização daquelas para vias de ensino menos valorizadas socialmente.
Contestamos a adoção de políticas que, aparentemente preocupadas com a diferença, mais não são do que uma tentativa de pôr termo a essa diferença, por recearem que ela destrua a unidade nacional.
 Defendemos políticas baseadas numa conceção inter/multicultural: que contemplem a pluralidade de diferenças existentes, compreendendo que os alunos não funcionam como blocos homogéneos, sendo fundamental a criação de dispositivos pedagógicos não estandardizados que estimulem as qualidades de cada um e que cessem com receios estereotipados. 
 
Parágrafos extra: Tendo em conta as abordagens anteriores, estamos aptos responder à questão “ pode a escolarização por si só garantir a edificação de sociedades mais justas?”. 
A resposta é negativa porque a esperança nos termos empowerment, cosmopolitismo, estudante permanente e na expressão “todas as crianças” não é suficiente para atingir aquela meta, na medida em que são termos persuasores.
O alcance de um futuro melhor só será possível quando se atender à multiplicidade de aspetos inerentes ao ensino e à aprendizagem (sobretudo os que fazem parte do currículo oculto), para a mudar o que está errado e enveredar pelo caminho correto.

Referências: Popkewitz, T. (2008). A escolaridade e a exclusão social. In J. Paraskeva (org.). Educação e Poder: Abordagens críticas e pósestruturais.Mangualde: Edições Pegado, pp. 109-133
 
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quarta-feira, 17 de abril de 2013
Atividade 4 - Multiliteracias e identidade

Adriana










Argumento

Neste podcast, intitulado por “A minha vida num minuto”, de 1 minuto e 14 segundos dou a conhecer pouco sobre a minha vida. Começo por dizer o meu nome, Adriana, a minha idade, 19 anos e de onde sou natural, de Braga. De seguida, apresento alguns aspectos dos quais eu mais gosto na minha vida, tal como a minha família, o meu namorado e os meus amigos. Não poderia deixar de referir que adoro a minha cadelinha.
Este vídeo foi realizado no Parque da Ponte, um local que gosto de visitar pois é um bom sítio para passear com os amigos e com o namorado.
Finalmente, optei por uma música mais delicada visto que achei mais indicada para este vídeo.


Reflexão crítica


No âmbito da disciplina Tecnologia e Comunicação Educacional II, foi-nos proposta uma actividade individual, intitulada por Multiliteracias e identidade, através da realização e produção de um podcast vídeo identitário juntamente com uma reflexão crítica sobre a experiência.
Assim, posso referir alguns aspectos nos quais encontrei mais dificuldades na realização deste vídeo, tais como: de que modo iria fazer o vídeo (em que sítio, qual o programa para editar) e sobre o que iria falar e descrever para complementar.
Por outro lado, existem alguns aspectos positivos que devo realçar. Através desta actividade, entrei mais uma vez em contacto com o programa “Movie Maker”, com o qual já tinha realizado alguns vídeos, mas numa versão diferente e, por isso, tive que (re)aprender alguns aspectos. Para além disso, este vídeo, atrás de algumas gargalhadas e risos à mistura, foi bem conseguido, pois o dia das gravações foi um dia bastante estimulante e produtivo, visto que realizamos também a nossa Visita de Estudo.

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Patrícia












Argumento

 Um minuto de mim… dá a conhecer a personalidade de Ana Patrícia Freitas, uma jovem de 20 anos, que frequenta a licenciatura de Educação, numa das mais prestigiadas Universidades de Portugal, a Universidade do Minho.
A história é contada na primeira pessoa e tem lugar no Parque da Ponte, um lugar paisagisticamente atrativo localizado na Avenida da Liberdade, em Braga.
A protagonista, procede à sua autocaraterização, afirmando que é uma rapariga simpática mas teimosa, rabugenta, insegura, stressada e complexada. Acrescenta que adora os seus amigos, namorado e família, com especial destaque para a sua irmã Lara, de 1 ano.
No que concerne aos seus interesses, aprecia coisas simples como passear ou convívios em família.
Esta “curta-metragem”, realizada e editada pela própria protagonista, inclui uma modesta galeria de fotos, onde Patrícia surge ao lado das pessoas que a completam enquanto pessoa e a fazem crescer a todos os níveis.
A banda sonora escolhida revela os seus gostos musicais.


     Reflexão crítica 

A realização do podcast vídeo identitário foi uma experiência extremamente enriquecedora, uma vez que me permitiu refletir acerca da minha personalidade, nomeadamente sobre as qualidades, defeitos e interesses que me caraterizam. No dia-a dia não é usual pensar nestes assuntos, apesar de reconhecer que há certos momentos em que seria fundamental fazê-lo, até para nos valorizarmos ou, se for caso  disso, para melhorar o que não está bem.
Por outro lado, nunca tinha feito edição de vídeos no programa Movie Maker, pelo que aprendi a manejar este software, enriquecendo o meu campo de conhecimentos ao nível das novas tecnologias.
Todavia, tal como tudo na vida, esta produção teve alguns aspetos negativos. Efetivamente, considero que autocaratizar-me não foi tarefa fácil, muito menos, num espaço de tempo tão limitado – senti muitas dificuldades em encontrar qualidades em mim, daí que só tenha referido que sou simpática; julgo ser muito mais fácil apontar os nossos próprios defeitos.  Para além disso, surgiu um pequeno obstáculo na edição do vídeo, pois eu queria tê-lo feito no Sony Vegas Pro.11 mas como já não o utilizava há bastante tempo, não me lembrava de grande parte das suas funcionalidades, tendo de mudar de estratégia.
Concluo que todas as atividades que realizamos nas aulas e fora delas, e as situações novas que surgem no nosso quotidiano, por mais elementares que sejam, constituem fontes de aprendizagem que incrementam o nosso repertório de saberes.


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Marco







Argumento

Sendo a ideia base desta actividade a construção de um vídeo identitário, nada mais frontal do que começar com o nome, pelo que intitulei o meu vídeo “Marco Freitas”. Em mais ou menos um minuto pretendi com simplicidade demonstrar os meus principais gostos e paixões, referenciando por isso, a minha namorada, os meus amigos, a minha cidade natal, o meu clube e as artes do cinema e da música.
Com simplicidade e de uma forma extremamente directa, explorei isso mesmo, seleccionando também uma banda sonora consistente com o espírito que pretendia em cada momento do vídeo. Na parte final do vídeo incorporei uma pequena cena teatral, ironizando sobre a criação deste mesmo vídeo de carácter identitário.
A filmagem foi efectuada no Parque da Ponte, um belo espaço natural da cidade de Braga que creio ter favorecido a filmagem e construção visual do vídeo.

Reflexão

A criação deste vídeo despoletou alguns desafios, nomeadamente ao nível do tipo de vídeo identitário a realizar, até à escolha do local e aos detalhes técnicos do mesmo.
Não encontrei dificuldades de vulto, mas esta actividade obrigou a alguma desenvoltura e capacidade de resolução. Aspectos positivos, foram inúmeros, o contacto com as minhas amigas, colegas e auxiliares neste processo, que proporcionou momentos de muita boa disposição; a obrigatoriedade de explorar mais uma vez uma ferramenta útil como é o Movie Maker e por fim, na minha opinião, o regozijo pelo dever cumprido e uma sensação de satisfação muito grandes pelo resultado final, mesmo com as imperfeições e algumas limitações que se possam apontar.
Foi, deste modo, uma actividade de grande valia e estímulo.

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Maria




Argumento 

Na criação do meu vídeo identitário, achei que deveria forçosamente dar-lhe esse mesmo título, desde logo para afastar a possibilidade de o verem ou interpretarem de outro modo, tendo em conta a liberdade que a professora nos cedeu para a construção do mesmo.
Decidi, conjuntamente com o meu grupo, que o Parque da Ponte seria um local muito aprazível para as filmagens, pela ausência de ruído, tranquilidade e beleza natural que caracteriza aquele espaço verde.
Depois, foquei-me no que deveria fazer. Não pretendi expandir-me muito filosoficamente em relação a mim, pelo que optei pela simplicidade de referir os meus gostos e amores, o meu namorado, cinema, música e comida.
Pela mesma via da simplicidade, escolhi a música, divertida sem ser muito agitada e com um estilo com o qual me identifico.
Estas foram então as linhas que segui na construção do meu podcast identitário.

Reflexão Crítica

No desenvolvimento do meu vídeo identitário deparei-me com problemas como o conteúdo deste, pois, de inicio, tinha ideias bastante utópicas para a realização do mesmo e o próprio tempo de duração do vídeo.
Não falei muito, e acho que poderia ter dito coisas bastante mais interessantes, mas a simplicidade impôs-se. Contudo, pude desenvolver um pouco esta área que para mim tem muito interesse, e com a qual me diverti ao produzi-la com os meus colegas, e sempre tentando fazer algo novo e um pouco diferente, com o Movie Maker.
Por fim, posso dizer que esta atividade foi muito estimulante e interessante.

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Vera













Argumento

O vídeo que apresento é um bocadinho daquilo que sou, no vídeo podemos ver o que gosto, o que gosto de fazer quando estou com os meus amigos, de quem gosto e qual o meu trabalho em part-time que é sem duvida alguma um trabalho que eu gosto muito de fazer, e o meu principal defeito que é a teimosia. 
Este vídeo foi gravado no Parque da Ponte em Braga. Decidi por algumas fotografias para as pessoas conhecerem, pois elas são muito importantes para mim e também fazem-me muita falta na minha vida. 


Reflexão crítica sobre a experiência 


Com a execução deste trabalho superei algumas dificuldades que tinha, pois não tinha conhecimento nenhum acerca de como poderíamos fazer um vídeo e edita-lo, e ao fim deste trabalho pode tirar as minhas dúvidas acerca do programa que utilizei para a realização do vídeo. 
A maior dificuldade foi certamente falar para a câmara, porque não sabia mesmo o que falar em frente a uma câmara e outra das minhas dificuldades foi editar o vídeo. 
A parte que mais adorei fazer foi fazer as filmagens, pois divertimo-nos imenso durante a realização dos vídeos/ visita de estudo.

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terça-feira, 16 de abril de 2013
Atividade 3 – Escrita científica: produção de artigo para a Wikipédia

a) Escolha de um assunto inexistente na wikipédia portuguesa e preparação de um artigo básico sobre esse assunto 

A escolha do artigo a publicar não foi fácil, uma vez que tínhamos muitas ideias em mente e não sabíamos por qual optar.  No entanto, após discussão e ponderação,  resolvemos  debruçar-nos sobre o “ Correio do Minho”, pois é um jornal de renome na nossa região, sendo que na wikipédia só existia um pequeno parágrafo acerca do mesmo.
Como tal, procurámos no site oficial informação que sustentasse a nossa publicação mas verificámos que era insuficiente. 
Entretanto, efetuámos pesquisas na internet e descobrimos que tinha sido editado um livro intitulado Correio do Minho: 85 Anos de História (1926-2011). Como não sabíamos onde o encontrar, entrámos em contacto com o autor do mesmo, o professor Joaquim da Silva Gomes que, gentilmente, nos disse que na sede do “Correio do Minho”, provavelmente,  teria o que procurávamos; caso contrário, o próprio se encontaria connosco para nos ceder um exemplar.
Dirigímo-nos, então, ao “Correio do Minho” e presentearam-nos com o referido livro.
Deste modo, queremos agradecer a disponibilidade demonstrada pelo professor Joaquim da Silva Gomes e pelos colaboradores do “ Correio do Minho”.


b) Publicação do artigo na Wikipédia



Atualmente
O Correio do Minho é um jornal bracarense, de âmbito regional (Minho) e com periodicidade diária, tendo como diretor, desde 2007, Paulo Monteiro. A sede do jornal situa-se na Praceta do Magistério, na freguesia de Maximinos, no concelho de Braga.
Este jornal dedica-se aos problemas da região do Minho e foca-se nos seus aspetos positivos. Retrata recorrentemente instituições económicas, administrativas, políticas, educativas e desportivas.
Rege-se pelos valores da independência, isenção, objetividade, rigor na informação transmitida, possibilitando a liberdade de expressão através do confronto de várias correntes de opinião.

Antecedentes
“O título “Correio do Minho”, que iniciou a sua publicação em 1926, não é um título inédito, uma vez que, entre 1902 e 1907, tinha existido um jornal, em Braga, exatamente com o mesmo título. O “Correio do Minho” que existiu nesse período, foi o sucessor do jornal “O Progressista” (que existiu em Braga entre 1892 e 1900) e foi o antecessor do jornal “Correio do Norte”, que substituiu o “Correio do Minho” e que foi publicado entre 1907 e 1911” (Gomes, 2011: 13).
História
O jornal “Correio do Minho” foi fundado no dia 6 de Julho de 1926 por um grupo de jornalistas, tendo como primeiro Diretor Álvaro Pipa.
O seu aniversário teve duas datas distintas, uma vez que, de 1926 a 1933, era comemorado no dia da sua fundação mas, entre 1934 a 1973, anos em que passou a ser propriedade da União Nacional, a data começou a ser assinalada a 3 de Abril, dia correspondente à primeira edição do jornal nesta sua nova fase.
A história, de sucessos e insucessos, deste jornal ficou marcada por três majestosos momentos: de 1926 a 1934, ano em que ficou sob a égide da União Nacional do distrito de Braga, deixando de ser propriedade privada; desde 1934 a 1974, época em que teve de servir os interesses do Estado Novo e, por último, de 1974 até agora, período da democracia.
A partir de 1974 (salvo os primeiros meses de 1974 e 1975), viu a sua actividade condicionada ora pelo Governo Civil, ora pela Câmara Municipal de Braga. Em 1999, conquistou uma total liberdade editorial através da sua privatização.
Deste modo, a história da região minhota e do país cruza-se com a do “Correio do Minho”.
Este jornal também “ganha voz”, graças às ações de solidariedade que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos.
Com uma história repleta de histórias, o presente periódico contribui diariamente para a afirmação nacional e internacional da região do Minho.

Lista de diretores

1º Álvaro Pipa (6 de Julho de 1926 a 1 de Abril de 1934);
2º José Maria da Rocha (2 de Abril de 1934 a 5 de Maio de 1935);
3º António da Cunha Matos (6 de Maio de 1935 a 9 de Junho de 1936);
4º Manuel Araújo (diretor interino de 10 de Agosto de 1936 a 3 de Abril de 1937; diretor de 5 de Abril de 1937 a 14 de Outubro de 1938);
5º Alexandrino Costa (diretor interino de 15 de Outubro de 1938 a 19 de Janeiro de 1939);
6º Joaquim de Magalhães Chaves (diretor interino de 20 de Janeiro de 1939 a 10 de Janeiro de 1940 e diretor de 11 de Janeiro de 1940 a 8 de Maio de 1940);
7º José Sarmento de Matos (9 de Maio de 1940 a 24 de Março de 1942);
8º Henrique Cabral (25 de Março de 1942 a 2 de Novembro de 1945);
9º Videira Pires (3 de Novembro de 1945 a 15 de Março de 1946);
10º Aníbal Mendonça (diretor interino de 16 de Março de 1946 a 26 de Maio de 1946);
11º Francisco Miranda de Andrade (26 de Maio de 1946 a 1 de Maio de 1949);
12ª Francisco de Matos Chaves (1 de Maio de 1949 a 9 de Novembro de 1950);
13º Graciliano Marques (10 de Novembro de 1950 a 5 de Julho de 1958);
14º Manuel Araújo (diretor interino de 5 a 9 de Julho de 1958 e diretor de 10 de Julho de 1958 a 18 de Dezembro de 1960);
15º Teófilo Esquível (19 de Dezembro de 1960 a 12 de Outubro de 1961);
16º Sérgio da Silva Pinto (13 de Outubro de 1961 a 13 de Janeiro de 1963);
17º Benjamim de Oliveira Salgado (15 de Janeiro de 1963 a 12 de Abril de 1970);
18º Joaquim Gonçalves de Macedo (14 de Abril de 1970 a 26 de Abril de 1974);
19º Victor de Sá (diretor provisório de 3 de Maio de 1974 a 2 de Fevereiro de 1975);
20º José Manuel Mendes (diretor interino de 3 de Fevereiro de 1975 a 21 de Fevereiro de 1975);
21º Samuel Cunha (22 de Fevereiro de 1975 a 27 de Setembro de 1979);
22º Paulo Fafe (diretor interino de 28 de Setembro de 1979 a 23 de Abril de 1980);
23º Jorge Cruz (diretor interino de 25 de Abril de 1980 a 26 de Outubro de 1980);
24º Henrique Robles (29 de Outubro de 1980 até 8 de Julho de 1981);
25º Manuel Coutinho (9 de Julho de 1981 a 15 de Dezembro de 1981);
26º Jorge Cruz (28 de Janeiro de 1982 a 16 de Outubro de 1986);
27º José Ferreira Salgado (28 de Agosto de 1987 a 31 de Março de 1989);
28º Leovigildo da Graça Palmeira (2 de Abril de 1989 a 21 de Dezembro de 1990);
29º Rui Madeira (diretor interino de 23 de Dezembro de 1990 a 5 de Dezembro de 1991);
30º António da Costa Guimarães (diretor interino de 6 de Dezembro de 1991 a 27 de Dezembro de 1991 e diretor de 28 de Dezembro de 1991 a 31 de Janeiro de 2007);
31º Paulo Nuno Meneses Monteiro (diretor interino de 1 de Fevereiro de 2007 a 16 de Fevereiro de 2007 e diretor desde 17 de Fevereiro de 2007 até atualmente).
Referências:

http://www.correiodominho.com/. Página visitada em 8 de Abril de 2013.
GOMES, Joaquim da Silva (2011). Correio do Minho: 85 Anos de História (1926-2011). Braga: Arcada Nova – Comunicação, Marketing e Publicidade SA.
Artigo disponível em:

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sábado, 23 de março de 2013
Atividade 2 – Implicações das TIC em Rede na Sociedade: visão prospectiva. Análise e comentário reflexivo do filme ‘EPIC 2014’ (em associação com ‘The Machine is Us’ e ‘Saramago e Janela de Alma’).

a) Reflexão crítica de identificação da temática, do assunto e das implicações no quotidiano e na educação.




A nossa reflexão crítica pretende analisar de que modo os assuntos abordados nos vídeos se manifestam no nosso quotidiano e na educação.
 O vídeo “Epic 2014” apresenta uma sucessão de acontecimentos que evidenciam uma permanente mutação tecnológica. Desde 1989, aquando do surgimento da world wide web, o ritmo da evolução intensificou-se pela facilidade de comunicação em rede. Nunca como nos dias de hoje existiu tanta quantidade de informação e meios de acesso à mesma, sendo que a cada minuto, segundo até, este mundo de possibilidades se dilata.
A frase para maior reflexão encontra-se no seu início: “Este é o melhor dos tempos. Este é o pior dos tempos.”: evidencia uma profunda dicotomia que pretende elucidar-nos não só sobre as vantagens e possibilidades proporcionadas pelo progresso tecnológico mas também alertar-nos para os conflitos, o capitalismo, a “asfixia” da liberdade das pessoas e da sua privacidade, em última instância, para uma (quase) ditadura, comandada por aquele.
“The Machine is Us” vai de encontro às ideias de “Epic 2014” mas foca-se nas redes de comunicação e no nosso papel no desenvolvimento e ensinamento da “máquina”, referindo que a “máquina” alimenta-se de nós e nós da “máquina”. Assim, é importante repensarmos sobre as consequências dos nossos atos.
José Saramago reflete sobre estas questões, fazendo um contraponto entre o passado e as inovações do presente, caracterizando os tempos em que vivemos, sem referir se são os “melhores” ou os “piores”. O escritor critica a nossa indiferença face aos problemas do mundo, a nossa perda de autonomia e liberdade com a ditadura económica existente e o papel “máquina” na vida do ser humano: a maioria das pessoas é empurrada por ela e só alguns resistem, empurrando-a.
Considerámos que as transformações descritas se direcionam para o bem porque alargam os nossos horizontes, e para o mal, porque podemos, no meio desta onda, comprometer alguns direitos fundamentais como a liberdade (disputas por questões autorais, por exemplo), ser manipulados e “arrastados” pelo poder da “máquina”, metáfora utilizada continuamente para caracterizar a força da explosão tecnológica.
Tudo é susceptível de alterações e as nossas acções estão formatadas para se moldarem a cada nova realidade. Partindo da premissa, recorrentemente utilizada pelo senso comum, de que a Educação é a base de tudo, concordamos que na mesma medida em que as atitudes, hábitos sociais e de consumo se adaptam à ordem social vigente, o mesmo tem forçosamente de acontecer ao modo como se faz Educação: métodos, conteúdos e até a sua própria concepção.
Em suma, o nosso “livre arbítrio” deve orientar as nossas opções porque embora muitas vezes manipulados e manietados por esta corrente que nunca pára, jamais nos poderão retirar a nossa capacidade de pensar, ser e fazer.
William Ernest Henley, no seu célebre poema “Invictus”, afirma: “I am the master of my fate: I am the captain of my soul”.


b) Construção de uma linha temporal (1989-2015) com anotação dos acontecimentos .

  
 (clica na imagem para aumentar)

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quarta-feira, 20 de março de 2013
Atividade extra - Visualização do vídeo “Chimamanda Adichie: O perigo da história única“

  1) Quem fala?
A “contadora de histórias”, Chimamanda Adichie, que cresceu num campus universitário no leste da Nigéria. Vinda de uma família de classe média, pai professor e mãe administradora, começou a ler desde cedo - aos 2 anos segundo a sua mãe.

  2) Onde fala?
Conferência (TED) apresentada em Oxford, na Inglaterra, em Julho de 2009.

  3) Do que fala?
O tema principal da conferência resume-se ao “perigo de uma história única”. Neste âmbito destacou vários exemplos e situações da sua experiência.
- Chimamanda escrevia sobre o que lia nos livros britânicos, baseando-se nos estereótipos neles descritos. Mais tarde, quando começou a ler livros africanos, percebeu que também as pessoas como ela, negras, podiam escrever. Isto fez com que ela deixasse de ter uma única visão sobre os livros.
- Fide, um menino que foi trabalhar para sua casa, foi um outro exemplo. Só conhecia dele uma única história: vinha de uma família muito pobre, que não tinha comida nem roupa em casa. Mais tarde, percebeu que a história de Fide não se limitava à pobreza, pois observou que a sua família criava cestos muito bonitos, isto é, tinham habilidades.
- A sua colega de quarto, aquando da sua formação na Universidade dos E.U.A., só conhecia um lado da história do povo nigeriano. Como tal, baseando-se nos estereótipos criados pela sua sociedade, pensava que pelo facto de Chimamanda ser nigeriana, era pobre, não sabia falar inglês nem usar fogões e que só ouvia música tribal.
- Na sua estadia nos E.U.A., percebeu que a história do seu país/continente era, para todos, baseada em imagens populares. Neste contexto, constatou que a escrita de John Locke representa o início de uma tradição de histórias africanas no Ocidente, na medida em que caracteriza África como um lugar negativo, de diferenças e de escuridão.
- Quando visitou Guadalajara, no México, ela apercebeu-se que tinha assimilado a história única que existia sobre os mexicanos e sentiu-se envergonhada por o ter feito.
Chimamanda defende que contar uma história única sobre um determinado povo irá transformá-lo nisso, pois cria estereótipos. Com efeito, afirma que as histórias não devem passar apenas por uma visão, isto é, não devemos contar só as coisas negativas, devemos falar também das positivas.
"Quando nós rejeitamos uma única história, quando percebemos que nunca há apenas uma história sobre qualquer lugar, nós reconquistamos um tipo de paraíso."

  4) Que relação existe entre este perigo e a Internet? / Em que medida pode a internet contrariar este perigo?
Na nossa opinião, a internet, se utilizada corretamente, pode não só contribuir decisivamente para a existência de menos episódios históricos relatados de forma unilateral, como também erradicar quase na totalidade este fenómeno. De facto, a pluralidade de informação que nos oferece permite encontrar a versão oposta da “história única”.
A facilidade, a igualdade e a qualidade no acesso à informação online são, inevitavelmente, armas que nos permitem ter uma visão cada vez mais global e abrangente do mundo, dos relatos históricos dos eventos passados e até da nossa própria posição na realidade social, na medida em que a sociedade em rede tem vindo a modificar a forma como lemos e vivemos os acontecimentos do quotidiano.
No entanto, é preciso ter em conta que nem toda a informação que circula na Internet é proveniente de fontes seguras, pelo que pode fomentar a criação de preconceitos e estereótipos infundados. Por outro lado, o modo como levamos a cabo uma pesquisa revela-se fulcral, uma vez que não devemos contentar-nos com a primeira informação que encontramos: é imprescindível cruzar várias perspetivas. Caso contrário, ficamos com uma visão limitada acerca do assunto em questão e corremos o risco de alimentarmos o perigo da história única.
Em suma, consideramos que o combate ao perigo da "história única" deve fazer-se pela evolução cultural e intelectual de cada um e pelo acesso a informação mais vasta e credível. Neste contexto, a internet é, sem dúvida, um espaço de referência, uma ferramenta com potencial que se for empregada devidamente pode tornar-se decisiva neste processo.

  5) Pensar e enumerar exemplos de histórias únicas sobre Portugal
Na nossa reflexão em busca de exemplos de histórias únicas sobre Portugal, pensámos e decidimos focar-nos em relatos resultantes das três invasões francesas, lideradas por Junot, Soult e Massena, em 1807, 1809 e 1810.
Numa altura em que o Império Francês era, sem dúvida, a maior potência mundial, derrubando e conquistando facilmente territórios um pouco por todo o mundo, na nossa História são narrados três acontecimentos como exemplo ímpar da perspicácia e resistência portuguesa, focando-se a análise e versão essencial na nossa capacidade de luta, sonegando ou pouco valorizando desgraças como as violentíssimas pilhagens de que fomos alvo, as tragédias que sucederam com as mulheres e crianças nas zonas da invasão e também a parca organização portuguesa que viria a culminar num período de independência periclitante, pela ameaça e controlo inglês.
Resumidamente, parece-nos um exemplo feliz, embora não absoluto, do fenómeno da “história única”, pois foca a atenção no nosso heroísmo, pouco relevando as nossas dificuldades e agruras.

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terça-feira, 19 de março de 2013
Atividade 1 “O portefólio digital como suporte à aprendizagem”

1.1.   Descrição breve do processo de criação do portefólio
1.2.    Dificuldades e soluções encontradas

No âmbito da unidade curricular Tecnologia e Comunicação Educacional II, foi-nos proposta a realização de um portefólio digital de equipa que funcionará como suporte para a avaliação académica e a promoção das aprendizagens: nele serão agregados todos os trabalhos realizados ao longo do semestre.
No decorrer da sua construção deparamo-nos com alguns problemas, nomeadamente, ao nível do alojamento na web. De início, decidimos criar um website na plataforma Wix mas percebemos que seria muito trabalhoso fazer uma simples publicação, pelo que optámos pelo blogger. Efetivamente, consideramos que a manutenção de um portefólio digital nesta plataforma seria mais adequada e prática, pois permite: uma organização funcional das atividades; a conjugação de som, texto e imagem, tornando-o mais atrativo; a receção do feedback dos colegas e a possibilidade de criação de uma rede.
Para conceber o portefólio digital criámos um e-mail de grupo, o qual utilizámos para abrir uma conta no blogger, selecionámos algumas ferramentas na web tais como códigos HTML, de modo a formatarmos a sua estrutura e criámos algumas imagens com o auxílio do programa de edição Gimp.
Com o intuito de lhe dar um toque de criatividade e alguma irreverência optámos por um nome que, pela sua originalidade, se torna fácil de reter na memória: “Ah e tal mais um blogue de TCE…mas que afinal é um portefólio”.

1.3. Reflexão sobre o potencial destes ambientes para aprender

A criação e dinamização de portefólios digitais pelos alunos é, na nossa opinião, uma mais-valia, pois permite que eles passem a ter um papel mais ativo e preponderante no processo de ensino aprendizagem, uma vez que a utilização de blogues e de outras plataformas online semelhantes enquanto meros “recursos pedagógicos”, visa somente colocar ao dispor dos discentes, fontes de informação tidas como relevantes pelo docente, tornando-os simples recetores daquelas.
Deste modo, cremos que os ambientes virtuais podem revelar-se potenciadores e motivadores da aprendizagem, já que a manutenção de um portefólio digital e a realização das atividades que nele serão agregadas permitem o desenvolvimento de uma multiplicidade de competências quer ao nível do domínio das TIC, quer ao nível da comunicação escrita e do pensamento crítico e reflexivo. Por outro lado, aumenta a nossa responsabilidade porque a pesquisa, seleção e síntese da informação a publicar além de ficar a nosso cargo, será avaliada pelo professor, colegas de turma e, eventualmente comentada por outros internautas.
Concluindo, as plataformas online mais do que uma ferramenta de publicação e de comunicação, constituem uma estratégia de ensino aprendizagem, na medida em que possibilitam o desenvolvimento e a partilha de diversas experiências educacionais vivenciadas pelos alunos.

Referências: GOMES, Maria João (2006). Portefólios digitais: revisitando os princípios e renovando as práticas. In A. C. Silva, A. F. Moreira, J. A. Pacheco & S. Cardoso (Eds.). Actas do VII Colóquio sobre Questões Curriculares (III Colóquio Luso-Brasileiro) Globalização e (des) igualdades: os desafios curriculares. Braga: Centro de Investigação em Educação da Universidade do Minho, pp. 295-306. [Acedido em 13 de Março de 2013, disponível em http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8083/1/Portef%C3%B3lios-digitais-Bolonha.pdf].

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